Caiafarsa

Desmascarando o protestantismo

NÚMERO DE PASTORES PEDÓFILOS SUPERA O NÚMERO DE PADRES PEDÓFILOS.

No noticiário, casos de pastores pedófilos superam os de padres

Internet deu visibilidade aos pedófilos
religiosos de pequenas cidades

No Brasil, país tido como o mais católico do mundo, a Igreja Católica não foi atingida pelo tsunami de denuncias de pedofilia que abalou a tradicional hierarquia religiosa de países como Alemanha, Bélgica, Holanda e Irlanda.

Aqui, tem havido no noticiário da internet muito mais casos de pastores pedófilos ou suspeitos dessa prática do que os seus colegas padres, sem que a grande imprensa dê conta disso.

Três exemplos recentes. No dia 20 de junho, a Polícia Civil de Duque de Caxias (RJ) prendeu o pastor Juarez Ferreira da Silva, 52, que estava foragido por ter sido condenado a 12 anos de prisão por ter estuprado quatro meninas. No dia 1º de julho, o pastor Dionísio da Silva Mattos, 55, de um templo da Assembleia de Deus em Magé, na Baixada Fluminense, foi preso sob a suspeita de ter abusado de uma menina de 12 anos. Dias depois, a imprensa portuguesa informou que o pastor Celso Miranda, 43, da mesma denominação, fugiu para o Brasil porque teria violentado um menino de 13 anos.

A imprensa dá muito mais visibilidade aos casos de padres pedófilos, como se as vítimas deles fossem mais importantes. Os padres de Arapiraca (AL), por exemplo, têm sido contemplados pela cobertura dos grandes jornais, portais e TVs. A prisão do pastor protestante Edimário Gama de Freitas, 65, sob a acusação de abusar de filhos de fiéis, só foi noticiada pela imprensa regional, na Bahia.

Se não fosse o noticiário da internet, principalmente de sites de pequenas cidades, não se saberia da existência de tantos pastores evangélicos suspeitos de abusar de crianças. Geralmente, as vítimas são de famílias pobres e  ingênuas. Acreditam, pelo menos inicialmente, que massagens de pastor podem expulsar o Satanás do corpo e em sessões de oração de “cura interior”.

Com base apenas nesse noticiário, não é possível dizer que existem proporcionalmente mais pastores pedófilos do que padres. Para isso, haveria a necessidade de um estudo aprofundado, que levasse em conta, por exemplo, a quantidade de pastores e de padres.

O evidente é que os líderes evangélicos, provavelmente por causa de grande pulverização das denominações, não têm manifestado preocupação com a pedofilia de seus sacerdotes, diferentemente do que ocorre em relação à Igreja Católica.

Ninguém da Assembleia de Deus, que é a maior denominação evangélica do Brasil, tocou no assunto até agora, embora, entre os suspeitos de pedofilia, muitos sejam seus sacerdotes. Lideranças nacionais, como o pastor Silas Malafaia, estão preocupadas mesmo em tolher os direitos de outros, como os homossexuais.

Talvez os evangélicos passem a enxergar os seus pedófilos, e não só os da Igreja Católica, quando a imprensa os descobrir.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2011/07/no-noticiario-casos-de-pastores.html#ixzz4VTIHoxGi
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Prefiro usar argumentos persuasivos e menos trabalhosos. Uso os links dos próprios evangélicos, mediante os quais posso provar que para cada grupo de três líderes evangélicos dois estão enredados em vícios de pornografia, estupros, adultérios, fornicações, pedofilias etc.

Quanto aos padres, li certa vez que um bispo declarava que seu número não ia além dos 200 enquanto de outro lado, o site “Portugal Gay” já duplicava para 400.

Mas que não seja por isso! Vou ainda piorar, e muito! Se os gays multiplicam por 2, eu multiplico por 100. Portanto, consideremos como verdade que tenhamos 20.000 padres portadores e desvios sexuais o que nos daria uma proporção de 50 padres safados em cada grupo de 1.000 (Comparando: padres: 5%; pastores: 64%).

Acontece, porém, que esse número é computado desde 1940, sendo, portanto, uma estatística cumulativa e não um dado instantâneo tomado em uma determinada ocasião. Para a devida comparação dentre a proporção dos pastores evangélicos teríamos de aproximar esse valor de um dado também instantâneo, dividindo-o pela quantidade de dias desde 1940 até 2009. Hehehehe!!! Nem preciso fazer isto! Para facilitar o cálculo vou dar-me o luxo de dividir pela quantidade de meses e por apenas 60 anos e não por 77.

Portanto, 50 dividido por 720 resulta em 0,06944… que é o número de padres desviados em cada mil, ou seja 0,0002083333 padres desviados em cada grupo de três.

COMPARANDO:
Líderes Evangélicos, quase …………………………………………… 2,000000 em cada 3 (2 x 64% = 1,92)
Padres………………………………………………………………………………. 0,000208 em cada 3

Se compararmos essa proporção com a dos líderes evangélicos teríamos o segue:

1 padre desviado para cada grupo de 9.600 pastores nas mesmas condições.

Através deste conhecimento chegamos à conclusão de que existe realmente a santidade na Igreja mas principalmente em seu sacerdócio ministerial e, podemos imaginar a podridão que existe entre os líderes evangélicos e principalmente dos menos instruídos sem ministério.

Written by CAIAFARSA PROTESTANTE

janeiro 11, 2017 às 4:32 pm

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