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PAPADO CRIADO COM FALSOS DOCUMENTOS

A MENTIRA:“O Papa Nicolau I anos 858-67 foi o primeiro a usar coroa; serviu-se com muito efeito de documentos espúrios surgidos no ano 857 conhecidos como “Pseudas Decretas De Isidoro” – Essas falsas ” decretais ” eram pretendidas serem de bispos do II e III séculos que “exaltavam o poder dos papas “. Foram invenções corruptas e premeditadas cuja a falsidade foi descoberta depois da morte desse Papa – Nicolau havia mentido que esses documentos haviam estado por “séculos na igreja”. As “Pseudas Decretais de Isidoro” selaram a pretensão do Clero Medieval com o sinete da antigüidade e o Papado que era recente tornou-se coisa antiga Foi o maior embuste da história, os historiadores registraram que esses falsos documentos fortaleceram o Papado. ANTECIPOU EM 5 SÉCULOS o poder temporal deles e serviu de base para as leis canônicas da Igreja Católica Romana! (citado por Halley, Pochet Bible Handbook pág. 685).”

ONDE SE ENCONTRA: http://www.jesussite.com.br/acervoprint.asp?Id=199

A VERDADADE DOCUMENTAL:

- Aqui, os embusteiros, usam espúria fonte protestante de quarta mão, fantasiam que o Papa Nicolau I, teria usado as “Peseudas Decretais de Isidoro”, um falso documento, para favorecer o Papado

- Resposta: PURO ENGODO! Sem dúvida alguma, este documento entregue por Isidoro Mercator a Igreja, é uma falsificação, tendo sido escrito entre 750 e 850 d.C. Foi demonstrado falso pelo humanista Lorenzo Valla, um assistente do papa em 1440 e repudiado pela Igreja. A calúnia que o “pastor” levanta, é que a doutrina do papado foi estabelecida com este falso documento. Para que tal calúnia seja verdade, tanto o papado como as evidências do primado petrino deveriam aparecer entre os anos 750 e 850 d.C.. Desta forma, basta demonstrarmos que tais ensinos são bem mais anteriores. Começa com o TESTEMUNHO DAS ESCRITURAS em (Mt 16,18), e confirmam-se nos TESTEMUNHOS DOS DOUTORES DA IGREJA: na “Carta da Igreja Romana às Igrejas de Corinto”, São Clemente (+102), afirma: “os apóstolos provaram no espírito as suas primícias (…) Estabeleceram esta regra: que após a morte deles homens provados haveriam de suceder-lhe no ministério.” (Um santo para cada dia, Mario Sgarbossa – Luigi Giovannini, pág 304, Ed. Paulus).

- Santo Irineu (+202), escreveu na sua obra “Contra as Heresias”: “Depois de terem fundado e estabelecido a Igreja de Roma, os bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo confiaram-na à administração de Lino, de quem fala S. Paulo na Carta a Timóteo. Sucedeu-lhe Anacleto …”

- Orígenes, ano 244, se referindo a Pedro, escreveu: “Observe a grande fundação da Igreja. A mais sólida das rochas, sob o qual Cristo a edificou. E o que o Senhor disse a ele? ‘homem de pouca fé,’ disse, ‘porque duvidas?’” (homilia sobre o Êxodo, citado em Jurgens 489).

Escreveu São Cipriano (246-249), ao Papa Cornélio sobre a ida a Roma de um grupo cismático, dizendo: “Atrevem-se estes a dirigir-se à Cátedra de Pedro (em Roma), a esta Igreja principal de onde se originam o sacerdócio… esquecidos de que os romanos não podem errar na fé”. (Epist. 59,n.14, Hartel, 683). “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.” (Epist.55, n.1, Hartel, 614).– O Historiador Optato de Milevi, no ano 367, registrou: “Na cidade de Roma, quem por primeiro se sentou na cátedra episcopal foi o Apóstolo Pedro, ele que era a cabeça de toda a Igreja, (…) Os apóstolos nada decidiam sem estar em comunhão com esta única cátedra (…) Recorde a origem desta cátedra, todos que reinvidicam o nome da Santa Igreja Católica…” (O Cisma Donatista 2:2).

Se o papado ainda não fosse autoridade, os temidos vândalos, Átila e Genserico (452-455), não teriam sido expulsos de Roma só com as palavras do Papa; e os protestantes rasgariam hoje todo o Novo Testamento, que foi instituído pelo papado no século IV. E Lógico, esta falsificação de Isidoro, do séc. IX, seria fortemente rejeitada pelas outras autoridades da época. As referências acima provam com sobra a autoridade de Pedro e do papado muito antes do Papa Nicolau I. Mas por que o Falso Decreto foi entregue? Teria sido para “exaltar o poder dos papas”, como caluniam os embusteiros? NÃO! Muito pelo contrário, seria para ["manter os bispos locais contra seus metropolitanos e outras autoridades, para assegurar impunidade absoluta e a exclusão de qualquer influência do poder secular."] (Dollinger, citado em “This Rock”, 22/10/1998). O Papa Nicolau I nunca usou coroa, como caluniavam os embusteiros. E os territórios pontifícios eram doações em testamento, de nobres e reis católicos falecidos.

Cai a lenda protestante.

Fernando

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=32876590&tid=2536326242293273866&kw=

Written by caiafarsa

agosto 3, 2007 às 10:34 pm

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